DIU sem hormônio
DIU de cobre: sem hormônio, por até 10 anos
O DIU de cobre é um dispositivo em forma de T, sem hormônio, que fica no útero e evita a gravidez por até 10 anos. Na Clínica Micaele Amorim, em Goiânia, a inserção é feita pelo Método DIVA.
- Hormônio
- Nenhum
- Duração
- Até 10 anos (modelo TCu 380A)
- Eficácia
- Mais de 99%
- Na rede pública
- Disponível
O que é o DIU de cobre?
O DIU de cobre é um pequeno dispositivo flexível de polietileno, em forma de T, revestido de cobre, que é colocado dentro do útero para evitar a gravidez. O DIU de cobre não contém hormônios e tem ação local, dentro do útero, segundo o manual do Ministério da Saúde sobre o modelo TCu 380A.
O cobre liberado no útero tem efeito espermicida e deixa o muco do colo do útero mais espesso, o que atrapalha a subida dos espermatozoides, explica o mesmo manual.
Quanto tempo dura o DIU de cobre?
O DIU de cobre TCu 380A dura até 10 anos, segundo o manual do Ministério da Saúde. O DIU de cobre pode ser retirado antes, a qualquer momento, e o retorno à fertilidade é quase imediato depois da retirada.
O DIU de cobre é eficaz?
Sim: o DIU de cobre tem mais de 99% de efetividade. O manual do Ministério da Saúde registra taxas de gravidez inferiores a 0,4% no primeiro ano, ou seja, menos de 4 mulheres em cada 1.000, e taxas ainda menores nos anos seguintes. O DIU de cobre não protege contra infecções sexualmente transmissíveis, e por isso o manual aconselha o uso de preservativo.
O DIU de cobre aumenta a menstruação e a cólica?
Pode aumentar. O manual do Ministério da Saúde lista dois efeitos do DIU de cobre: aumento do fluxo menstrual, principalmente nos três primeiros meses de uso, e aumento ou aparecimento passageiro de cólicas menstruais, em especial nos primeiros meses. Os dois efeitos podem ser tratados, e quando persistem ou incomodam, o DIU de cobre pode ser retirado.
O DIU de cobre é abortivo?
Não. O manual do Ministério da Saúde responde que o DIU de cobre não é abortivo: é um método contraceptivo que, pela presença no útero e pelas alterações que provoca no endométrio e no muco do colo do útero, impede o encontro do óvulo com o espermatozoide. O mesmo manual diz que o DIU de cobre não provoca infertilidade e pode ser retirado a qualquer momento.
O DIU de cobre pode sair do lugar?
Pode, e é mais comum no primeiro ano: a expulsão do DIU de cobre acontece em até 4% a 5% das usuárias, segundo o manual do Ministério da Saúde. Os fatores de risco são ter expulsado um DIU antes (nesse caso, a chance de nova expulsão é de 30%), fluxo menstrual aumentado e cólica forte.
A expulsão parcial pode dar corrimento, sangramento fora da menstruação ou depois da relação e dor na relação, mas algumas mulheres não sentem nada. Por isso o manual recomenda que a mulher aprenda a tocar o colo do útero e sentir o fio do DIU; não sentir o fio, ou sentir parte do plástico, é motivo para procurar o serviço de saúde.
Quem pode e quem não pode usar o DIU de cobre?
O DIU de cobre pode ser usado da adolescência até a menopausa, inclusive por quem nunca engravidou, por quem fez cesariana e por quem está amamentando, segundo o manual do Ministério da Saúde. O DIU de cobre é uma opção para quem não pode ou não quer usar hormônio.
O mesmo manual contraindica o DIU de cobre em caso de malformação do útero, miomas que deformam a cavidade uterina, infecção sexualmente transmissível em curso, doença inflamatória pélvica e câncer de colo do útero. Quem usa anticoagulante ou tem distúrbio de coagulação pode ter o fluxo menstrual aumentado pelo DIU de cobre.
Como é colocar o DIU de cobre?
O DIU de cobre é colocado no consultório, depois do exame ginecológico, em qualquer dia do ciclo menstrual, desde que a gravidez esteja descartada. O passo a passo, o que se sabe sobre a dor e a consulta de revisão estão na página colocar DIU. Na Clínica Micaele Amorim, a inserção do DIU é feita pelo Método DIVA, com acompanhamento antes, durante e depois.
Precisa de ultrassom para colocar o DIU de cobre?
Não é obrigatório. O manual do Ministério da Saúde diz que o ultrassom não é exigido antes nem depois da inserção do DIU de cobre: antes, ele é pedido em casos selecionados, como suspeita de malformação do útero ou sangramento sem diagnóstico; depois, pode confirmar a posição do DIU, se estiver disponível. O que o manual recomenda antes da inserção é o exame ginecológico completo.
Dá para colocar o DIU de cobre depois do parto?
Dá. O manual do Ministério da Saúde prevê a inserção na maternidade em até 48 horas depois do parto, de preferência nos primeiros 10 minutos depois da saída da placenta, quando a expulsão é menor. Passadas as 48 horas, o manual orienta esperar de quatro a seis semanas para colocar o DIU de cobre. O DIU de cobre não interfere na amamentação e também pode ser colocado logo depois de um abortamento, desde que não haja infecção.
Quanto custa o DIU de cobre?
O DIU de cobre é oferecido na rede pública de saúde, segundo o manual do Ministério da Saúde. Os valores da consulta e da inserção na Clínica Micaele Amorim são informados na conversa pelo WhatsApp, antes de você marcar.
DIU de cobre ou DIU hormonal?
O DIU de cobre não tem hormônio e pode aumentar o fluxo menstrual; os DIUs hormonais liberam levonorgestrel dentro do útero e tendem a reduzir o sangramento, segundo a bula do Mirena. Compare com o DIU Mirena, o DIU Kyleena e o DIU de prata. A escolha é feita na consulta de planejamento reprodutivo, a partir do seu histórico clínico e dos seus objetivos.
Outras dúvidas
O DIU de cobre tem hormônio?
Não. O DIU de cobre não contém hormônios e tem ação local, dentro do útero, sem efeitos no resto do corpo, segundo o manual do Ministério da Saúde.
Quem está amamentando pode usar o DIU de cobre?
Sim. O manual do Ministério da Saúde diz que o DIU de cobre pode ser usado por mulheres que estão amamentando e não interfere na produção, na quantidade nem na qualidade do leite materno.
Depois de tirar o DIU de cobre, em quanto tempo dá para engravidar?
O retorno à fertilidade depois da retirada do DIU de cobre é quase imediato, segundo o manual do Ministério da Saúde.
O parceiro sente o DIU de cobre na relação?
Não. O manual do Ministério da Saúde explica que o parceiro pode sentir o fio de náilon do DIU se ele tiver sido cortado curto demais; nesse caso, o DIU é trocado e o fio fica mais comprido, em torno de 3 cm.
Quem tem diabetes pode usar o DIU de cobre?
Pode. O manual do Ministério da Saúde diz que não há contraindicação formal do DIU de cobre para mulheres com diabetes, e reforça a importância de acompanhar o diabetes, porque o descontrole facilita infecções.
Quem usa DIU de cobre pode fazer ressonância magnética?
Pode. O manual do Ministério da Saúde diz que a ressonância magnética da pelve é segura para quem usa DIU de cobre; avise o radiologista, porque o DIU pode afetar algumas sequências do exame.
O DIU de cobre protege de infecções sexualmente transmissíveis?
Não. O DIU de cobre evita a gravidez, mas não protege de infecções sexualmente transmissíveis. O manual do Ministério da Saúde aconselha o uso de preservativo.
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Onde fica
Clínica Micaele AmorimR. 6-A, 135, Setor Aeroporto, Goiânia - GOFontes
- Ministério da Saúde, Manual Técnico para Profissionais de Saúde: DIU com Cobre TCu 380A (2018)
- Bula do Mirena para pacientes (Bayer S.A.), aprovada pela Anvisa em 30/06/2025
Fontes lidas em 13 de outubro de 2026. Esta página informa e não substitui a consulta: a indicação de cada método é feita no atendimento.
